Povo Que Mira Além Do Mar

Tinha saudades de escrever sonetos de segunda-classe (haverá frase mais portuguesa que a anterior?), portanto rendi-me à melancolia naval.

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Uma humilde contribuição à longa tradição artística portuguesa do “povo que”, marcado pelas composições de Pedro Homem de Mello (Povo Que Lavas No Rio) e Dead Combo (Povo Que Cais Descalço).

A parte referente às cores da bandeira não é um produto do meu daltonismo latente e profundo, mas sim à antiga bandeira portuguesa, anterior à verde-vermelha (da qual gosto mais, mas carrega menos sentido simbólico nesta composição específica).

(para leitores brasileiros, “aqueles raios que nunca partem” é um trocadilho com a expressão portuguesa “raios te partam“, que acredito nunca se ter difundido no Brasil, até porque é uma frase feita um pouco pateta)

 

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Hoje sou tudo no nada que sou, amanhã serei outro.

4 thoughts on “Povo Que Mira Além Do Mar

    • This is in Portuguese my dearest! I’m full blown Portuguese, never lived elsewhere and still live somewhere in Lisbon.
      Most of my extant poetry is in portuguese actually, but I mainly publish English for the sake of #globalism.

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      • I’m not sure, we don’t have storms here. It’s always sunny, sweaty and sticky.
        Much like a tropical europe, I suppose.
        Really nice to have another naturalist around, we are rare these days!

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