OLHANDO-ME, DEITANDO-SE, AQUI

Haverei escrito este poema enquanto experimentava com o som, acabou por sair algo meio-decente que agora, apreciarei partilhando.

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João Azevedo

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6 thoughts on “OLHANDO-ME, DEITANDO-SE, AQUI

  1. sonhar como uma medida real, escudo pra tudo e até contra o tempo, a fluência é um mito urbano, o desapego um medicamento contra nós mesmos, acção pode ser desencanto como a emoção é analgésico, a emulsão do creme de barbear prepara-me a face e o espírito como substancia especial que reage ao exterior e ao outro

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    1. Jorge, mil desculpas, não sou de todo uma pessoa inteligente. Percebi muito pouco do que disseste, e agora estou naquele impasse em que não sei se gostaste ou não da composição.

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