Tenho para mim. (poesia portuguesa)

Estou feliz de-novo, como tal, a minha poesia está a recuperar. Peço desculpa pela supressão de conectores, estou a tentar usar sonoridades mais brasileiras, sendo que são também mais compactas. Como gosto tanto das duas variantes de Português, pensei, porque escrever só numa? (Cá em Portugal, chamamos Alfaiates ao que no Brasil se dizem aranhas d’água, pequenos insectos que deslizam sobre águas paradas) JOHNNY

PERENNIAL GLADE

A friend nicknamed me Crowbard, because I have dark features and I write lyrical poetry. It’s funny because it’s a pun with crowbar, I’m very happy with this nickname. If you missed Johnny’s classical exacerbated parataxis, ta dah! Although short, it was great writing it, because I too missed parataxis overloads.

THE CADWELL STEPPES (FIRST FIGURE)

I have intentions of using Cadwell to display a very specific emotional voyage, one I’ve been on for quite a while. Although slightly complex, I also believe it’s clear in it’s motives and pure in it’s verse, and I hope it’s sincerity and honesty justifies the loose approach to structure I’m using in it. JOHNNY

THE CADWELL STEPPES (english poetry)

I’ve always been convinced that poetry exists within a physical space of it’s own. At times, I’ve used real world locations to set the tone, I’ve used Caliath as a land of sadness, and within the Monadic series, I’m trying to paint it differently. These spaces are symbolic, they are important, as they are reflective of a heightened version of our world. Over the next few poems, I will expand upon the Cadwell Steppes. JOHNNY

ALPINE

Part of the monad, this one is a bit drawn out. It took me a while to get it to a decent point, I’m not happy with it, it makes me sad. I read it and it’s not beautiful to me, it’s wet and teary, like melting hands… JOHNNY

Queda do Dia em Texto (para P.R. CUNHA)

Quem me trata p’lo meu nome saberá que o meu forte não é a prosa. O meu pensamento é poético, versado, quase que se divide sozinho dentro de mim. A meio de ler a obra de Paulo Cunha, alguém que guardo como um fabuloso amigo, deparei-me muitas vezes com memórias de tons existencialistas e decididos. Fui escrevendo, também eu, algumas dessas. Não chego aos pés do meu adorado Cunha, mas confesso gostar muito de escrever pequenos textos de vez em quando, e desta vez, fi-lo por causa dele, achando justo que a ele o atribua. Cunha, meu amigo tropical, que encontres alguma beleza nas minhas humildes palavras: PORVENTURA A música é o movimento da mais pura adoração. Sei das primeiras vezes que havia tocado nas teclas envernizadas d’um piano, lembro-me da sua escala de notas me ser natural, já a sabia antes de a ter aprendido, pois fazia sentido. As notas – essas – são sentimentos tangíveis, e quando nos

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