Irréparable (poesia portuguesa)

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João Maria Azevedo

Uma Ode a Paulo Cunha

Paulo, desculpa-me, fora a primeira Ode que alguma vês terei escrito, por vias disso, não será a melhor que já haveis lido, talvez nem a melhor dedicada a ti. Mas gostei muito de a escrever, porque a escrevo para ti. Quem não conhece o meu querido Paulo, ele vive aqui.


ode 1

Ode 2

Ode 3

ode 4


João Maria Azevedo, com ajuda de Eugénio de Andrade, na sua tradução da “Ode a Federico Garcia Lorca”, escrita por Pablo Neruda, e com ajuda de Verlaine, na sua “Canção de Outono”, citada na primeira estrofe.

 

noise, peace (english poetry)

Y’all, I’ve been reading too much American poetry, so I’m going through this mixed phase of modernism and romanticism, I hope something good comes out of this because its certainly weird for me to write like this.

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Disclaimer: bulletless doesn’t seem to be a real word, but I don’t get why, so I’m gonna use it anyway.

Disclaimer 2: I’ve since revised the second part of the poem, so if you’re reading for a second time, you may find it different than the original. If you seek the original, you can find it here.


JOHNNY

CHUVA QUENTE (poesia portuguesa)

Entre os átomos dos livros, a poeira dos dias, a fome de versar tão intensamente que as lágrimas me invadem os olhos, existe um sentimento cuja história da Arte Humana tende em replicar sempre com a mesma tristeza, com o mesmo olhar magoado: o abandono.

Os espaços, as pessoas, os animais, os sonhos e romances, todos ganham a fronte inversa aquando abandonados, não há onda maior de sofrimento, não há perda maior para o imponente Tempo, que a de se ser desertado.

É disso que nasce esta humilde composição, não tenho outro adjectivo para lhe entregar.

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Custa um pouco publicar este poema, cuidem bem dele.


João Maria.